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A Eletrobras Distribuição Rondônia - Centrais Elétricas de Rondônia S.A - CERON, é uma empresa de economia mista, da administração indireta do Governo Federal, pertencente ao grupo Eletrobras, que atua como designada responsável pela prestação de serviços públicos de distribuição de energia elétrica no estado de Rondônia.

Na Eletrobras Distribuição Rondônia, a Governança Corporativa continua aplicando novas práticas que estão regendo os diversos relacionamentos da empresa. Com base nos princípios básicos da transparência, da prestação de contas, da equidade e da responsabilidade corporativa, a empresa persiste trabalhando em nova estrutura para alcançar o equilíbrio entre os desempenhos econômico-financeiro, ambiental e social.

A Diretoria Executiva da empresa é composta por: Diretor-Presidente, Diretor de Gestão, Diretor Financeiro, Diretor de Operação e Expansão, e Diretor de Assuntos Regulatórios e Projetos Especiais, o direcionamento estratégico é realizados pelo Conselho de Administração, e da Diretoria de Distribuição da ELETROBRAS.

Originalmente, a Eletrobras Distribuição Rondônia é sucessora do antigo SAALFT- Serviço de Abastecimento de Água, Luz e Força do Território Federal de Rondônia, constituída sob a forma de Sociedade Anônima, criada pela Lei nr. 5.523, de 04 de novembro de 1968, sob o controle acionário do então Governo do Território Federal de Rondônia e foi Instalada em 1 de dezembro de 1969, atendendo apenas dois municípios de Rondônia, Porto Velho, a Capital e Guajará Mirim, através de núcleos isolados de geração termoelétrica, a óleo Diesel, com potência instalada de 2.893 KW.

Em 1997, novo marco se estabelece e a Empresa vive uma gestão compartilhada entre o Governo do Estado de Rondônia, detentor de 51% das ações e a ELETROBRAS, com 48,7%, possibilitando a esta Empresa participar da gestão, nos Conselhos de Administração, Fiscal e também na Diretoria Executiva. Ainda em 1997, acontece a federalização da CERON, conforme Lei Estadual nr. 740. O Estado aprova a transferência do controle acionário da CERON para ELETROBRAS. A composição acionária ficou assim distribuída: 79,91% - ELETROBRAS, 20,0% - Governo do Estado e 0,09% - outros acionistas.

Em 1998, a CERON sofreu novas alterações na sua composição acionária em função da venda à ELETROBRAS que passou a ter 99,96% do capital social da empresa ficando 0,04% a outros. Em junho de 2008 ocorre a centralização de sua gestão juntamente com outras cinco distribuidoras de energia elétrica, sob o comando da Diretoria de Distribuição da Eletrobras, sendo apresentada para seus clientes e sociedade com o nome de Eletrobras Distribuição Rondônia.

A área de concessão atendida pela Companhia cobre uma área geográfica de 237.590,547 Km² abrangendo 52 municípios e 154 localidades para uma população aproximada de 1,6 milhões de habitantes e 512.949 clientes. A sede da Eletrobras Distribuição Rondônia está localizada em Porto Velho, à Avenida Imigrantes, nr. 4137, Bairro Industrial.

Em 17 de dezembro de 2010, por meio da Assembleia Geral Extraordinária dos Acionistas foi deliberado aumento de capital com a integralização de adiantamento para futuro aumento de capital - AFAC. Como não houve interesse de integralização por parte dos acionistas minoritários no prazo estabelecido em Estatuto Social, a ELETROBRAS passou a deter 100% das ações da Companhia, mediante a efetivação da integralização

Em 15 de outubro de 2012, as distribuidoras da Eletrobras cujas concessões venceriam em 2015, tiveram o direito de manifestar o interesse na prorrogação da concessão por um período adicional de 30 anos, o que fizeram no prazo estabelecido. Porém, na 164 Assembleia Geral Extraordinária da Eletrobras, ocorrida em 28 de dezembro de 2015, em razão da solicitação do representante da União Federal, as matérias concernentes à prorrogação dos contratos de concessão das controladas, foram retiradas de pauta.

Em 22 de julho de 2016, a 165 Assembleia Geral Extraordinária, da Centrais Elétricas Brasileiras S.A - Eletrobras, deliberou pela não prorrogação das concessões das controladas Distribuidoras de Energia do grupo Eletrobras, dentre elas, a Centrais Elétricas de Rondônia S.A - CERON, condicionando que a transferência do controle acionário seria até 31 de dezembro de 2017.

Em 26 de julho de 2016, o Ministério de Minas e Energia - MME, mediante Portaria MME nr. 388/2016, definiu os termos e condições para a Prestação do Serviço Público por órgão ou entidade da administração pública federal, estabelecendo que a Geração Operacional de Caixa deveria assegurar os investimentos em quantidade suficiente para reposição de ativos e o pagamento dos juros da dívida, além da manutenção da adimplência setorial.

Em 03 de agosto de 2016, foi editada as Portarias do Ministério de Minas e Energia nr. 422, nomeando, a Centrais Elétricas e Rondônia S.A - CERON como responsável pela prestação de serviços públicos de distribuição de energia elétrica, de forma temporária, com vistas a garantir a continuidade do serviço, nos termos do artigo 9, parágrafo primeiro, da Lei nr 12.783, de 11 de janeiro de 2016.

Paralelamente em 13 de setembro de 2016, por meio na Lei nr. 13.334/2016 (conversão da Medida Provisória nr. 727/2016), o Governo Federal criou o Programa de Parcerias de Investimentos - PPI, que, dentre outras atribuições, absorveu as competências do Programa Nacional de Desestatização - PND.

Em 06 de outubro de 2016, a ANEEL emitiu o Ofício nr. 352/2016-DR/ANEEL dando as primeiras orientações para a elaboração do Plano de Prestação Temporária dos Serviços de Distribuição, definindo as metas para melhoria da qualidade, em termos de DEC e FEC, redução de perdas de energia e redução de custos operacionais.

Em 01 de novembro de 2016 foi emitido pelo Governo Federal o Decreto nr. 8.893, definindo como prioridade nacional, no âmbito do PPI, a Desestatização das 6 (seis) Empresas de Distribuição da Eletrobras e designou o BNDES como responsável pelo processo de desestatização.

Por se tratarem de empresas estatais federais, a transferência dos controles acionários das distribuidoras deverá observar as regras do Plano Nacional de Desestatização (¨PND¨) em especial a Lei nr. 9.491 de 9 de setembro de 1997 competindo ao Conselho Nacional e Desestatização (¨CND¨) aprovar a modalidade operacional a ser aplicada a cada desestatização.